Trechos da
comunicação da torre de controle de Congonhas com o comandante do Airbus
A-320 do vôo 3054, que se acidentou em São Paulo no dia 17 de julho. Na
gravação, o comandante da aeronave pergunta à torre como está o tempo na
capital paulista. A torre responde que há “chuva leve contínua, a pista
está molhada, mas não foi reportado ainda escorregadia”. O tempo de
áudio divulgado foi pequeno, pois a CPI optou por encerrar a exibição da
gravação e não deixou ir até o final, onde tem o “vira, vira”.
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Histórico do acidente:
F100 da TAM travou uma batalha de pouco mais de um minuto, tentando
manter-se no ar com o reversor do motor direito abrindo e fechando.
Sessenta e cinco segundo após aplicar potência na decolagem, a
tripulação do vôo 402 perdeu essa batalha: a asa direita do PT-MRK
estolou. O F100 virou de dorso e a ponta dessa asa atingiu dois prédios,
antes da aeronave cair sobre oito casas do
bairro do Jabaquara, em São Paulo. Total de mortos: 99.
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Histórico do acidente:
Áudio (CVR)
e simulação (FDR) - Acidente com um EMB 120RT Brasília de prefixo PT-WKH da
Capital Táxi Aéreo em Fortaleza (CE). Na aproximação para o Aeroporto
Internacional Pinto Martins (FOR/SBFZ) em 21/10/1998.
Histórico do acidente:
Áudio (CVR)
e simulação (FDR) - Incidente com um ERJ-145 de prefixo PT-SPF da
RioSul em Uberaba. Após um pouso alto o avião derrapa e vara a pista.
Histórico do acidente:
Áudio (CVR)
- Varig 254 (Cmte. Garcez). Gravação no cockpit durante o acidente. Um
dos mais terríveis acidentes da história da aviação brasileira. Devido à
irresponsabilidade da tripulação em aceitar o erro que estavam cometendo
este Boeing 737 acabou caindo em plena selva amazônica por falta de
combustível. (leia
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Histórico do acidente:
12 de agosto de 1985. O Boeing 747-SR46 de prefixo JA 8119 ligaria Tókio
à cidade de Osaka, um vôo de pouco mais de uma hora. Com assentos apenas
de classe econômica, a aeronave tinha 509 de suas 528 poltronas
ocupadas, sendo que 12 eram por crianças. Eram 18:12 hs. quando o 747
iniciou sua decolagem. Às 18:25 hs. o controlador de vôo percebeu que
havia algo de muito errado com o JL 123. Ao invés da curva de 177º, o
Boeing descreveu uma curva de apenas 50º para a direita. Dentro do
Boeing, a tripulação do Cmte. Takahama lutava contra o 747, que voava
totalmente descontrolado. Minutos antes, mais precisamente as 18h24, o
Jumbo simplesmente perdera todo o seu estabilizador vertical. Como uma
costura que se rasga, o metal cedeu, provocando uma súbita e violenta
ruptura na fuselagem, que por sua vez atingiu o cone de pressurização da
cabine. Como uma bomba, a estrutura rompeu-se sob o efeito da diferença
de pressão entre o interior da cabine e o ar externo, rarefeito. A
seqüência de explosões rompeu a fixação do reparo feito no 747. Como um
trágico jogo de dominó, o próximo efeito foi que a base de fixação da
cauda desprendeu-se, despedaçando e deixando o 747 sem a cauda. Sem a
cauda, o 747 balançava de um lado para outro, sem controle no eixo
vertical, horizontal ou lateral. Como um paralelepípedo, o jato somente
se mantinha em vôo pela velocidade que seus quatro motores forneciam. E
foi com eles que Takahama tentou o impossível: trazer o 747 de volta a
Tókio. Após muitas manobras tentando manter o avião em vôo, este veio a
chocar-se contra uma montanha. O impacto deu-se a aproximadamente 200m
abaixo do pico e à uma velocidade de 140 nós. Os tanques de combustível
do 747 romperam-se imediatamente e um gigantesco incêndio tomou conta da
área. Já estava escuro na hora do acidente e as equipes de socorro só
chegariam ao remoto local da tragédia no alvorecer do dia seguinte. Para
incredulidade total dos socorristas, 4 passageiras (duas delas, crianças
de 12 e 8 anos) foram retiradas com vida e sobreviveram. Estavam todas
elas sentadas nas últimas fileiras do 747. Com 524 dos 528 ocupantes
mortos, este foi o segundo maior desastre em número de vítimas na
história da aviação e o maior envolvendo uma única aeronave.
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Histórico do acidente:
Em 13 de janeiro, Washinhgton D.C.era castigada por uma intensa
tempestade de neve. Um dos vôos do dia era o 90 da empresa Air
Florida. O vôo estava previsto para decolar do National Airport às 14:15
para uma viagem sem escalas até a ensolarada Fort Lauderdale no estado
da Flórida. O capitão Lawrence Wheaton havia ordenado o começo do
processo de degelo. A torre de controle informa, então, que mais atrasos
deveriam ser esperados. A aeronave não foi liberada para ser retirada do
portão até 15:30. A tripulação fora informada que deveria esperar a
decolagem de várias outras aeronaves antes de partir. De repente o
comandante recebeu autorização para deixar o portão. O veículo
responsável pela liberação acabou atolando na neve e não teve condições
de assistir o Boeing 737 da Air Florida. Aproximadamente um minuto
antes das quatro da tarde, a aeronave se posicionou na pista para a
decolagem. O Boeing 737 acelera e surgem os primeiros sinais do
desastre. O co-piloto Roger Alan Pettit estava no controle do avião. À
medida que o avião acelerava, Pettit olhava os instrumentos e percebia
que algo estava errado, muito errado. O aparelho não conseguiu
ganhar altitude e produziu-se o chamado stall. O Boeing 737 da Air
Florida perdia altitude rapidamente e logo depois se chocaria contra a
ponte da Rua 14, sobre o Rio Potomac, a poucos metros de famosos
monumentos nacionais e distante tão-somente dois quilômetros da Casa
Branca. Sete veículos foram atingidos na ponte. Os destroços do
avião se misturavam ao gelo nas águas do Potomac. Começava a tragédia do
90 da Air Florida. No total, 78 pessoas morreram: passageiros,
tripulantes e motoristas que estavam na ponte.
Histórico do acidente: No dia 31 de agosto de 1988, o Boeing
727-232 da Delta Airlines entrou em pane ao decolar da pista 18L em
Dallas. Uma falha da tripulação em assegurar-se de que as flaps/slats
estivessem configurados corretamente para a decolagem e uma falha nos
indicadores de advertência do painel da aeronave, contribuíram para o
acidente. O avião começou a rolar violentamente tocando novamente a
pista. O avião prossegui golpeando a antena do localizador ILS do
aeroporto. Após ter impactado a instalação da antena, o Boeing percorreu
- voando - mais 400 pés atingindo então o solo, atravessado uma
depressão e deslizado lateralmente até que veio a parar perto da cerca
do perímetro do aeroporto, a 3200 pés da extremidade da pista de
decolagem. As peças do avião tinham de fragmentado e uma labareda
de fogo surgiu na asa direita matando 14 ocupantes dos 108 a bordo.
Histórico do acidente:
O Tristar da Delta Airlines partiu de Fort Lauderdale rumo a Dallas. Uma
forte tempestade de verão abatia-se sobre a região do aeroporto quando o
vôo 191 iniciou seu procedimento final: ouve-se na gravação da cabine um
tripulante comentando: "nosso avião vai ser lavado". A experiente
tripulação, no entanto, prosseguiu na aproximação final: o pouso estava
sendo feito pelo primeiro oficial, que começou a enfrentar fortes
variações no rumo e intensidade do vento. Sem saber, os pilotos do Delta
191 estavam entrando em cheio num dos mais temíveis fenômenos
meteorológicos, conhecido como tesoura de vento. Às 18h05, hora local, o
L-1011 foi apanhado, e literalmente derrubado. Bateu no solo 2.000 m
antes de chegar à pista, caindo sobre uma estrada e matando o motorista
de um carro que atingiu. Por fim, bateu em tanques de água do próprio
aeroporto e explodiu. Morreram 136 dos 164 ocupantes. Depois desse
acidente, estudos sobre o fenômeno e equipamentos de detecção de
tesouras de vento, tanto em solo como embarcados, começaram a ser
utilizados em todo o mundo.
Histórico do acidente:
Aeroporto de Buenos Aires, Aeroparque (AEP). Histórico do acidente:
O 737 decolou sem a configuração de flaps correta. Assim, suas asas não
produziram a sustentação necessária. A aeronave mal se ergueu do solo,
varou a pista, atravessou a Avenida Costanera e, arrebentando tudo o que
encontrou à sua frente, somente parou num campo de golfe. Explodiram os
tanques de combustível e, no inferno que se seguiu, 79 dos 103
ocupantes, além do motorista de um dos carros atingidos, perderam a
vida. Foi a maior tragédia aérea do Aeroparque.
Histórico do acidente:
Agosto de 1987 - Um avião McDonnell Douglas MD-82 da Northwest Airlines
cai logo após decolar de Detroit, nos Estados Unidos, matando 154 das
155 pessoas a bordo e duas que estavam no solo. Uma garota de apenas 4
anos foi a única sobrevivente do desastre.
Histórico do acidente: No dia 19 de julho de 1989, num vôo entre
Denver e Chicago, o motor no.2 do Douglas DC-10-10 da United Air Lines,
sofreu falha danificando todas as três linhas hidráulicas principais na
cauda, causando uma perda total das funções hidráulicas a bordo do
avião. A tripulação realizou um pouso de emergência malsucedido em Sioux
City, nos Estados Unidos, que causou a morte de 112 das 296 pessoas a
bordo da aeronave.
Histórico do acidente: O vôo VASP 168 foi um acidente aéreo ocorrido
em 8 de junho de 1982, quando um Boeing 727-200 com destino a Fortaleza
se chocou contra a Serra da Aratanha, próximo de Pacatuba, Ceará. Todos
os 137 ocupantes do Boeing morreram na colisão.
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Histórico do acidente: Um Boeing-747/300 da Korean Air com 254
pessoas caiu em Guam, ilha do Pacífico administrada pelos EUA. O avião,
vindo de Seul (Coréia do Sul), caiu a 5 km do aeroporto de Agana,
capital de Guam.
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OUTRAS CAIXAS PRETAS
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