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ÍNDICE

O voo e o acidente

O acidente reproduzido em imagens

Documentário do Discovery Channel

Operações de busca e resgate

As vítimas

Áudio da Caixa-Preta

A sequência de comunicações

As Investigações

O Relatório Oficial

.Consequências legais

O Boeing PR-GTD da GOL

O Legacy 600 N600XL da ExcelAire

A geometria da colisão

Como funciona o Controle Aéreo

Como funciona a Caixa-Preta

Fotos da Tragédia

Documentário NatGeo

Vídeos e Reportagens

O Apagão Aéreo no Brasil

  Outras matérias importantes.

Fontes de Pesquisa


 

O Boeing PR-GTD da GOL e os dados de seu voo

Tipo: Boeing 737-8EH

Operador: Gol Transportes Aéreos

Prefixo: PR-GTD

Número de série: 34653/2039

Primeiro voo: 2006

Horas voo até o acidente: 202 / 162 Ciclos

Voo: 1907

Natureza do voo: Voo de Transporte Nacional de Passageiros

Local de Partida: Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO/SBEG), Manaus, AM

Local de Destino: Aeroporto Internacional Pres. Juscelino Kubtschek (BSB/SBBR), Brasília, DF

Tripulação: 6

Passageiros: 148

Total de ocupantes: 154

 

Clique sobre a foto para vê-la em seu tamanho e site original
Foto: Paulo Alvarenga - airport-data.com
 

 

O Legacy N600XL da ExcelAire e os dados de seu voo

Tipo: Embraer EMB-135BJ Legacy 600

Operador: ExcelAire

Prefixo: N600XL

Número de série: 14500965

Primeiro voo: 2006

Horas voo até o acidente: 19 / 11 Ciclos

Natureza do voo: Voo de Translado de Aeronave

Local de Partida: Aeroporto de São José dos Campos (SJK/SBSJ), SP

Local de Destino: Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO/SBEG), Manaus, AM

Tripulação: 2

Passageiros: 5

Total de ocupantes: 7

 

Foto: Divulgação / FAB - Força Aérea Brasileira
 

 

Planos de Voo

O Plano de Voo é um documento técnico e oficial onde são registradas todas as informações do planejamento do voo pelos pilotos ou despachantes operacionais das companhias aéreas. A tripulação, ou a companhia aérea em nome dela, elabora o plano de voo e o submete ao Controle de Tráfego Aéreo (ATC), que se torna o Plano de Voo Requisitado. O Plano de Voo pode ser autorizado como solicitado ou eventualmente alterado, transformando-se no Plano de Voo Autorizado. Mas a qualquer momento do voo o ATC pode fazer alterações no plano de voo autorizado para melhor separação das aeronaves em voo, por causa de formações meteorológicas ou por panes nos auxílios eletrônicos a navegação aérea. A tripulação deve seguir rigorosamente as instruções do Controle de Tráfego Aéreo e, se houver falha de comunicação bilateral com os controladores, seguir à risca o Plano de Voo Autorizado.

Mapa aéreo da região do acidente, mostrando Brasília, a Base Aérea de Anápolis,

a aerovia UZ6, os fixos Teres e Nabol e a Base Aérea do Cachimbo.

O plano de voo do Embraer Legacy 600

A primeira parte do plano de voo previa um percurso em duas etapas sem escalas, primeiro até Brasília e depois mudando de direção para Manaus, onde deveria pousar. Para o Centro de Controle de Área (ACC) Brasília o voo seguiria pela aerovia UW2, de mão única, com proa da aeronave em 006º, na altitude de 37 mil pés.

Chegando à vertical de Brasília mudaria de direção para Manaus, tomando a aerovia UZ6, de mão dupla, com proa em 336º e baixando a altitude para 36 mil pés. Ao passar pelo "Fixo Teres", um marco virtual que auxilia a navegação, localizado 480 quilômetros a noroeste de Brasília, deveria subir para 38 mil pés e continuar nessa altitude até Manaus. A colisão aconteceu 400 quilômetros depois do "Fixo Teres". Pelo plano de voo, no ponto da aerovia em que colidiu com o Boeing, o Legacy deveria estar a 38 mil pés de altitude, e não a 37 mil pés.

Entretanto, como ficou apurado nas investigações, o plano de voo autorizado pela Sala de Planos de Voo do Centro de Controle de Área (ACC) Brasilia e repassado pela Torre de Controle de Aeródromo de São José dos Campos (TWR-SJ) mencionou somente a altitude inicial do plano de voo, não especificando o limite da altitude inicial até Brasília, nem complementando que o plano de voo estava sendo autorizado como solicitado ("cleared as filed"). Desta forma o plano de voo autorizado verbalmente para a tripulação era diferente do solicitado e diferente daquele que ficou registrado como plano de voo autorizado nos sistemas informatizados do Centro de Controle de Área (ACC) de Brasília.

O plano de voo do Boeing 737-800 Short Field Performance

De acordo com notícias na imprensa, o plano de voo do Boeing da Gol previa a utilização da aerovia UZ6, a mesma do Legacy, sentido Manaus-Brasília, na altitude de 37 mil pés. O jornal Folha de São Paulo apurou que a altitude habitual dessa rota é de 41 mil pés.

As investigações posteriores mostraram que as companhias aéreas mantêm planos de voo "padrões" e que a cada voo o piloto solicita a altitude mais adequada às condições de peso da aeronave e atmosféricas. Neste caso o piloto do Boeing solicitou altitude de 37 mil pés.

 

 

A geometria da colisão

 

A avaliação dos danos nas aeronaves permitiu a elaboração de uma representação da provável posição relativa entre as duas aeronaves no momento da colisão conforme figura ao abaixo:

Foram observados os seguintes danos no Legacy: quebra do winglet da asa esquerda, deformações diversas na asa esquerda e corte na carenagem da ponta esquerda do estabilizador horizontal e do profundor, ambos do lado esquerdo.

Os danos causados pela colisão na asa esquerda do Boeing tornaram o avião incontrolável aos pilotos. A aeronave entrou em curva descendente pela esquerda, em atitude semelhante à conhecida como "parafuso". O mergulho descontrolado do PR-GTD fez com que a aeronave excedesse seu limite estrutural e causou a separação estrutural em voo ("in-flight break up") desta durante a queda, não proporcionando chance de sobrevivência a nenhum de seus passageiros e tripulantes.

Apesar dos danos do Legacy, a aeronave continuou controlável aos pilotos, que conseguiram realizar um pouso de emergência no Campo de Provas Brigadeiro Velloso, pertencente ao Comando da Aeronáutica (COMAER), na Serra do Cachimbo – PA.


 

Entenda o trabalho dos controladores de voo

Quadro abaixo explica o trabalho dos controladores de voos e o funcionamento dos radares do controle aéreo brasileiro.

 

 

Entenda como funciona uma caixa-preta de avião

Confira abaixo quadro que explica o funcionamento de uma caixa-preta, equipamento que armazena dados sobre o voo.


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