.

 

 

VOO GOL 1907

 

 
ÍNDICE DAS MATÉRIAS SOBRE O VOO 1907

MENU


PÁGINA INICIAL

.

ACIDENTES

AÉREOS NO

BRASIL

.

ACIDENTES

AÉREOS NO

MUNDO

.

ACIDENTES

DA TAM

.

VÍDEOS DE

ACIDENTES

.

IMAGENS DE

ACIDENTES

NO BRASIL

.

IMAGENS DE

ACIDENTES

NO MUNDO

.
CAIXA-PRETA
.

ACIDENTES

HISTÓRICOS

.
ACIDENTES HELICÓPTEROS
.

ESPAÇO ABERTO ENTREVISTAS E COMENTÁRIOS

.

A TRAGÉDIA

COM O FOKKER

100 DA TAM

.

O DESASTRE

NO VOO 1907

DA GOL

.
AEROPORTOS
.
AERONAVES
.

EMPRESAS

AÉREAS

.
CURIOSIDADES
.
LOGOMARCAS
.
SELOS POSTAIS
.

INFORMAÇÕES

E SERVIÇOS

.
.ARTIGOS
.
LINKS
.
FAÇA SUA ESCUTA AÉREA NOS PRINCIPAIS AEROPORTOS DO BRASIL E DO MUNDO

ATC- Faça sua

escuta aérea

.
Free Guestbook
My Guestbook
.
.
SITE DO JORNALISTA JORGE TADEU
.
BLOG DO JORNALISTA JORGE TADEU
.
O ARQUIVO DO FUTEBOL
.
A HISTÓRIA REAL DO ACIDENTE COM O FOKKER 100 DA TAM - VÔO 402
.
Quer ser um site parceiro?
.

ANUNCIE

NESTE SITE

.

SOBRE O AUTOR

E SUAS FONTES

.
SOBRE O SITE
.
FALE CONOSCO
FALE CONOSCO
.

Designer:

Jorge Tadeu

Choque foi mais rápido que tiro de revólver

02/10/2006

da Folha de S.Paulo

No momento em que o Boeing 737-800 New Generation da Gol e o Legacy N600L, recém-comprado pela empresa ExcelAire Services da Embraer, se tocaram no ar, as aeronaves estavam mais rápidas do que um disparo efetuado por um revólver calibre 38, que tem média de 1.300 km/h, de acordo com o professor de tráfego aéreo Protógenes Pires, 71.

O acidente da última sexta-feira ocorreu a mais de 11 quilômetros de altura. Segundo o especialista, ex-professor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), quando as duas aeronaves se tocaram, ambas deveriam estar a uma velocidade média de 800 km/h, o que eleva para 1.600 km/h (ou seja, cerca de 300 km/h mais rápido do que o disparo de calibre 38) o provável momento da colisão entre o Boeing e o Legacy, que só teve pequenas partes da asa e da traseira danificadas.

"Voando nessa velocidade e numa altura tão grande, os pilotos, caso tenham tido a chance de ver algo, só avistaram um pontinho, mas isso é improvável. Eles nem devem ter visto o momento do encontro lá no ar", afirmou Pires.

Para o ex-professor do ITA, pela escassez de informações, ainda é muito difícil poder apontar as prováveis causas para o acidente entre as aeronaves, mas ele acredita ser pouco provável que alguma delas tenham apresentado problemas no TCAS (Traffic Alert and Collision Avoidance System), o sistema anticolisão de tráfego aéreo, que emite um alerta sonoro toda vez que outra aeronave é detectada em uma determinada rota ou aerovia.

Controle aéreo

O coronel Luís Roberto Lourenço, comandante da Base Aérea de São Paulo, disse ontem que os operadores de controle de tráfego aéreo são orientados a chamar a atenção dos pilotos imediatamente no caso de sumiço de dados de uma aeronave nos mapas. Ele afirmou que esse problema não é comum. "O território nacional é todo coberto por radar. O nível de segurança de vôo é muito alto."

No acidente da sexta, os registros do Legacy chegaram a desaparecer dos radares. Especialistas cogitam a possibilidade de falha ou desativação do transponder, aparelho que transmite as características instantâneas de cada avião (como rota, velocidade, altitude) e passa informações ao TCAS.

Lourenço afirmou que os pilotos têm de comunicar a torre sobre qualquer imprevisto. Mas ele evitou reprovar a atitude do comandante do Legacy, que não teria mantido contato imediato com os operadores após sentir um "leve choque".

"Cada caso pode exigir um tipo de comportamento, uma reação. Se naquele momento, a medida essencial for manter a aeronave controlada, ele vai ter que fazer isso. Se for essencial falar e dizer que precisa mudar de via, precisa descer, subir, fazer curva, ele vai falar no momento adequado. Em cada situação uma coisa se torna prioritária. O essencial de tudo é tentar manter um controle de vôo. É isso em primeiro lugar", afirmou Lourenço, ressalvando falar como profissional da aviação, com 30 anos de experiência, e não como representante da Aeronáutica, já que não está acompanhando de perto as investigações do acidente.

O fato de a aeronave maior ter perdido controle, e não a menor, após um eventual choque, segundo ele, não chega a ser motivo de espanto porque tudo depende, inclusive, do setor do avião que foi danificado. "Se realmente houve uma colisão, é claro que sempre haverá algum dano. Mas as duas aeronaves têm porte significativo não são pequenas", disse.

Lourenço cita entre as partes mais sensíveis do avião as asas e a parte traseira (no estabilizador horizontal, responsável pelo controle de subida e descida, e no leme de direção). "São os comandos principais de vôo, que mantêm a estabilidade."


Destroços de avião da Gol estariam espalhados por mais de 1 km

30/09/2006

da Folha Online

Os destroços do Boeing 737-800 da Gol, que caiu em Mato Grosso, estariam espalhados em uma área de mais de um quilômetro, segundo apurou a reportagem com pessoas ligadas ao resgate. Os destroços do avião foram localizados por volta das 9h deste sábado, em uma área de mata muito fechada, a 200 km do município de Peixoto de Azevedo.

A Aeronáutica informou que os militares envolvidos nos trabalhos de busca não encontraram indícios de sobreviventes. O avião transportava 149 passageiros e seis tripulantes. Trata-se do maior acidente da história da aviação brasileira.

O avião, que havia saído de Manaus com destino a Brasília, perdeu contato por volta das 17h de sexta-feira (29). As equipes da FAB (Força Aérea Brasileira) chegaram ao local onde foram encontrados os destroços aproximadamente 20 horas após o provável horário da queda.

O acesso ao local foi feito a partir de uma clareira próxima. Uma vez no local, foram iniciados os trabalhos para abrir mais espaços na mata para permitir o pouso de outros helicópteros.

A dificuldade de acesso ao local do acidente reduz cada vez mais as chances de que as equipes de resgate localizem e resgatem possíveis sobreviventes. Mesmo assim, a FAB ordenou que o hospital de Peixoto Azevedo deixe médicos de prontidão para receber possíveis feridos.

Além de militares abrirem clareiras em meio à vegetação, dois pára-quedistas foram lançados para avaliarem e ampliarem uma área próxima para servir de pista de pouso e apoiar as operações de resgate.

Colisão

Por enquanto, não foi confirmado oficialmente se a queda do Boeing teria sido causada por uma colisão com um avião menor, um jato Legacy, fabricado pela Embraer, que conseguiu fazer pouso de emergência sem feridos na base aérea da serra do Cachimbo. O Legacy levava quatro passageiros, todos americanos (entre eles um repórter do "New York Times", além do piloto brasileiro. Havia saído de São José dos Campos, interior de São Paulo, e seguia para os Estados Unidos.

A posição oficial da Aeronáutica, Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Infraero (estatal que administra aeroportos) é de que ainda é muito cedo para "especular" as possíveis causas do acidente, e que qualquer conclusão seria "mera especulação". Apesar disso, a Aeronáutica convidou o piloto e os quatro passageiros a permanecer na base aérea do Cachimbo até que seja determinado o que ocorreu com a aeronave. Segundo a Anac, o processo levará mais de três meses para ser concluído.

O piloto do Legacy foi ouvido durante 5 horas neste sábado, mas não foram divulgados detalhes de suas declarações - a Infraero tampouco informou o nome dos passageiros do jato.


Colisão entre Boeing e Legacy é "mera especulação", dizem autoridades

30/09/2006

PATRÍCIA ZIMMERMAN da Folha Online, em Brasília

A informação sobre a colisão entre as aeronaves Boeing 737-800 da Gol e o jato Legacy, produzido pela Embraer e de matrícula americana, é "mera especulação", declararam a Aeronáutica, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Infraero (estatal que administra aeroportos) por meio de nota à imprensa. De acordo com o comunicado, a investigação, que ficará a cargo da Aeronáutica e da Anac, é que vai apurar os fatores relacionados ao acidente ocorrido ontem no Mato Grosso.

Segundo informações não confirmadas oficialmente, o Legacy teria colidido com o Boeing 737-800 da Gol, que caiu na tarde desta sexta-feira. Os destroços foram encontrados por volta das 9h deste sábado em Peixoto Azevedo (MT). O vôo da Gol saiu de Manaus (AM) e seguia para Brasília, com 149 passageiros e seis tripulantes. Por enquanto, não há notícias de sobreviventes. Mesmo avariado, o jato Legacy conseguiu fazer pouso de emergência, sem feridos.

De acordo com a assessoria da Infraero, ainda não há comprovação de que tenha havido colisão entre as duas aeronaves. A nota conjunta informa que foram criados dois gabinetes de gerenciamento de crise, um em Brasília e outro no campo de provas de Velloso, na serra do Cachimbo, ao sul do Estado do Pará - próximo ao local do acidente. Diretores da Anac e da Infraero estão trabalhando em conjunto com a Aeronáutica para acompanhar os desdobramentos do acidente.

O Legacy saiu de São José dos Campos, interior de São Paulo, e seguia para os Estados Unidos. Antes, faria uma possível parada em Manaus para abastecer. A aeronave teve um lado da asa avariado e problemas hidráulicos, completou a Infraero.


Para especialista, é cedo para apontar causas do acidente com avião da Gol

30/09/2006

da Folha Online, no Rio de Janeiro

O especialista em segurança de vôo do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias), Ronaldo Jenkis, disse que ainda é muito cedo para apontar as causas da queda do Boeing 737-800 da Gol, ocorrido na tarde de ontem no Mato Grosso, a 200 km de Peixoto Azevedo.

Segundo ele, uma investigação deve ser conduzida pelo comando da aeronáutica e pode durar no mínimo 90 dias para ser concluída. O especialista afirmou também que, caso haja necessidade de mais esclarecimentos, as investigações podem ser prorrogadas por período indeterminado. "Vai durar o tempo que for necessário", disse.

De acordo com Jenkis, a investigação levará em conta análise dos gravadores dos dados de vôo, gravadores de voz, imagens por radar, comunicações com órgãos de controle, além dos depoimentos dos passageiros do avião modelo Legacy, da Embraer, que teria colidido com a aeronave da Gol.

"Tudo é possível, mas não temos nenhum tipo de fato que possa desenvolver uma análise nesse momento, os fatos vão aparecer durante a investigação e temos que aguardar o andamento", afirmou.

Investigação

Integrantes da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) especializados em segurança ainda irão iniciar as investigações sobre as causas do acidente - a conclusão pode demorar três meses ou mais para sair, afirmou Denise Abreu, diretora do órgão.

O piloto, o comandante Décio Chaves Jr., tinha 10 mil horas de vôo. A Gol informou que o avião desaparecido era novo - tinha apenas 200 horas de vôo. Segundo a empresa aérea, o Boeing foi recebido do fabricante em 12 de setembro passado.

O piloto do Legacy já foi ouvido, mas não foram divulgados detalhes de suas declarações - a Infraero tampouco não informou o nome dos passageiros do jato.

Perguntas

Segundo o tenente-brigadeiro José Carlos Pereira, piloto experiente, é preciso descobrir o motivo de dois aviões bem equipados e novos estarem no mesmo nível, quando deveriam estar a uma distância mínima de 300 metros. 'São aviões com equipamentos anticolisão. Precisamos saber por que eles não evitaram o acidente', disse o tenente-brigadeiro.

Pereira também levantou a necessidade de esclarecimentos acerca do fato de qual avião estaria acima ou abaixo do nível correto, e ressaltou que a altura das aeronaves, entre 36 e 37 mil pés, é completamente visualizada por radares.

Na velocidade em que os aviões estavam, de acordo com Pereira, seria impossível aos pilotos fazerem qualquer identificação visual de outro avião. No entanto, os equipamentos deveriam ter alertado sobre a possibilidade de rotas coincidentes.

Quando isso acontece, o sistema alerta o piloto com sinais sonoros e luminosos, além de orientar o procedimento. 'O piloto não precisa raciocinar, basta seguir a orientação', explicou.

Relatos

O radioamador Laudir Benevides, 56, morador de Alexânia (GO), disse ter avisado a Polícia Civil de Brasília sobre o desaparecimento do avião. Ele disse que estava com outros radioamadores quando a freqüência foi interrompida por um rapaz que afirmou ter visto um avião de grande porte voando baixo perto da fazenda Jarinã, na cidade de Matupá (MT), e depois escutado um estrondo. 'Possivelmente seria uma explosão', disse.

Segundo afirmou à Folha Online, após avisar a polícia, funcionários da Gol entraram em contato com ele. De acordo com Benevides, o local apontado 'é uma área de difícil acesso'.

Pilotos de táxi aéreo da região norte de Mato Grosso ouvidos pela Agência Folha também disseram que moradores de uma fazenda Jarinã, próxima à cidade de Peixoto de Azevedo (701 km ao norte de Cuiabá) ligaram para o piloto Silvio Corrêa e pediram o telefone do Campo de Provas da Serra do Cachimbo, após ouvirem a possível explosão.


Saiba como foi o acidente com o vôo 1907 da Gol (versão preliminar)

Arte: Folha de S.Paulo


Conheça os aviões envolvidos na colisão

Arte: Folha de S.Paulo


Onde foi o acidente com o vôo 1907 da Gol

Arte: Folha de S.Paulo


Gol divulga nota sobre avião desaparecido

29/09/2006

da Folha Online

A Gol Linhas Aéreas divulgou na noite desta sexta-feira, por meio de sua assessoria de imprensa, uma nota sobre o desaparecimento do Boeing 737-800 que desapareceu na noite desta sexta-feira.

A nota confirma que o avião não pousou na hora prevista em Brasília (às 18h12), e que havia decolado às 15h35 de Manaus. Confira a íntegra da nota:

"A Gol informa que o vôo 1907, que partiu hoje do aeroporto de Manaus, às 15h35 (horário de Brasília) desta sexta-feira, e tinha chegada prevista no aeroporto de Brasília, às 18h12, não tem o seu pouso confirmado até o momento. Estamos aguardando informações oficiais das autoridades aeronáuticas sobre o vôo.

A Gol divulgará mais informações assim que estiverem disponíveis."


Parentes de passageiros do vôo da Gol reclamam da falta de informação

29/09/2006

Folha Online

Parentes de passageiros do vôo 1907 da Gol, que desapareceu nesta sexta-feira no Pará, reclamam da falta de informação sobre o avião. Eliete Monteiro, que esperava pelo marido - que estava a bordo do avião -, reclama da falta de informações sobre o desaparecimento do avião.

Eliete disse que foi informada sobre o incidente primeiro pelo filho que estava em casa do que pela Gol e Infraero. Segundo ela, os parentes e amigos dos passageiros que aguardavam pelos ocupantes do vôo ficaram sem informações até as 20h30 desta sexta-feira - quando foram levados para um prédio da Infraero. O vôo deveria ter pousado por volta das 18h10 em Brasília.

Somente às 21h10 foram informados sobre o desaparecimento por Paulo Albano de Godoy Penteado, diretor de segurança aeroportuária da Infraero.

Nesse prédio, cerca de 50 pessoas aguardam por informações sobre os passageiros do vôo da Gol. A maioria reclama da falta de informações. Muitas estão chorando.

Atendentes da Gol estão servindo água, barras de cereal e salgadinhos para os parentes, amigos dos passageiros do vôo.


Avião da Gol com 154 pessoas desaparece no Pará

29/09/2006

da Folha Online

Um Boeing 737-800 da Gol que ia de Manaus para o Rio de Janeiro desapareceu na tarde desta sexta-feira. Segundo a Infraero, o avião tinha 154 pessoas, entre 148 passageiros e seis tripulantes. A lista não foi divulgada.

O desaparecimento teria acontecido após a colisão com outra aeronave, entre o norte do Mato Grosso e o sul do Pará, cerca 200 km da serra do Cachimbo, em São Félix do Xingu (PA). O Boeing teria colidido com um avião modelo Legacy, da Embraer, que conseguiu fazer um pouso forçado na base aérea localizada na mesma serra.

Divulgação

Boeing 737-800 da Gol, semelhante ao desaparecido na tarde desta sexta

Boeing 737-800 da Gol, semelhante ao desaparecido na tarde desta sexta

O avião realizava o vôo 1907, e tinha o Rio como destino final. O piloto, identificado apenas como comandante Décio, tinha 10 mil horas de vôo.

A Aeronáutica foi informada do desaparecimento por volta das 17h. Ao todo, cinco aeronaves foram deslocadas para as buscas. Um helicóptero e um avião Hércules saíram do Rio, um avião Bandeirante de Campo Grande, um helicóptero da base aérea de Cachimbo e três helicópteros de Porto Velho.


Entre os passageiros estavam três funcionários da Infraero, do setor administrativo.


Famílias

Os parentes de passageiros que aguardavam pelos ocupantes do vôo ficaram sem informações até as 20h30 desta sexta-feira - quando foram levados para um prédio da Infraero. O vôo deveria ter pousado por volta das 18h10 em Brasília.

Fernando Bezerra/Efe

Parentes dos passageiros dos vôo 1907 da Gol aguardam informações no aeroporto de Brasília

Parentes dos passageiros dos vôo 1907 da Gol aguardam informações no aeroporto de Brasília

Nesse prédio, cerca de 50 pessoas aguardam por informações sobre os passageiros do vôo da Gol. A maioria reclama da falta de informações. Muitas estão chorando.

Atendentes da Gol estão servindo água, barras de cereal e salgadinhos para os parentes e amigos dos passageiros do vôo.

A Gol divulgou uma nota por meio de sua assessoria de imprensa, na qual confirma que o pouso não aconteceu, mas não fornece mais informações.

. . . .
Liberdade de Imprensa - UNESCO FALE CONOSCO Transparência Brasil
. . . .

Desde 2006 ® Direitos Reservados - Jorge Tadeu da Silva